Empreender em tempos de crise vale a pena?

Para empreender durante uma crise, é necessário ter um planejamento adequado e visão de mercado.

Empreender em tempos de crise vale a pena?
Dicas fundamentais para ter sucesso na crise

Em meio a uma crise econômica e política de grandes proporções como a que infelizmente vivemos desde o início da pandemia.

Muitas vezes é difícil acreditar e entender o que passa na cabeça de uma pessoa que resolve, mesmo com o cenário turbulento, seguir seu espírito empreendedor e começar um novo negócio.

Ouvir perguntas como “será que ele enlouqueceu?”, ou então, “vai empreender em uma hora difícil como essa?” é comum para o profissional que resolve iniciar um novo projeto nestes tempos complexos que estamos vivendo.

Ainda é possível adicionar ao baú de problemas a incerteza econômica mundial e os lockdowns e restrições de funcionamento em vários setores de atividades econômicas.

Mas o que uma pessoa que já tem um espírito empreendedor precisa para se lançar de corpo e alma em seu sonho?

Veja as nossas dicas e obtenha sucesso!

É fundamental examinar essa questão para entender por que faz sentido empreender mesmo em tempos de crise.

Além de muita coragem e de acreditar completamente em sua capacidade de criar e desenvolver um negócio próprio, um empreendedor precisa reunir uma boa ideia e um bom planejamento estratégico.

Os mais céticos dirão: “mas veja bem, durante uma crise a demanda é muito fraca, as pessoas estão sem dinheiro, não há crédito barato na praça e a confiança do consumidor é baixíssima”. Eles têm razão!

Todos esses fatores estão na boca de qualquer economista e acompanhamos sonhos (ou melhor, os pesadelos) dos homens de negócio em longas noites maldormidas.

Mas é aí que está o ponto-chave: se o negócio que você está começando (ou pensando em começar) não está preparado e planejado para aguentar os altos e baixos do mercado onde pretende atuar, é melhor você não começar.

Se o seu plano de negócio tem como base premissas otimistas, se as suas projeções de vendas (e consequentemente receitas) são altas, se as suas expectativas de crescimento são enormes, eu o aconselho a colocar os pés no chão, voltar para a planilha e refazer as contas com bastante humildade.

É a velha máxima: Torça pelo melhor e prepare-se para o pior!

Fazer um planejamento esperando o pior, com números conservadores, com duras premissas e com uma boa dose de modéstia não é sinal de medo, nem de desconfiança no negócio, muito menos de falta de otimismo ou de empolgação.

Pelo contrário, um planejamento com um cenário mais duro deixa o empreendedor mais esperto, mais alerta, pronto para encarar a dura batalha que é a vida “fora da planilha”.

A taxa de mortalidade de novas empresas no Brasil normalmente já é enorme, no cenário trazido pelo covid-19, os desafios se tornaram ainda maiores, e você simplesmente não quer engrossar as estatísticas de falências certo?

Por isso, se o seu projeto é bom mesmo, ele deve ser resistente para aguentar momentos de crise desde o início.

Ninguém é leviano para achar “excelente” empreender durante a crise. Claro que um vento a favor é sempre melhor.

Mas quem quer ter sucesso precisa enfrentar a tempestade, pois cedo ou tarde ela virá, sobretudo em um país incerto e volátil como o Brasil.

E quem de fato está pronto para encarar a tempestade desde o início do negócio tem grandes chances de superá-la, para então aproveitar os bons ventos quando eles finalmente chegarem.

O que você achou?